Aedes Aegypti: tudo que você precisa saber sobre o transmissor da dengue, zika e chikungunya

O calor está voltando, as chuvas também e com isso um visitante indesejado começa a aparecer também: o mosquito aedes aegypti, originário do Egito e que veio para o Brasil, estima-se, durante o século 16, período colonial e das grandes navegações.

 

Com, em média, 1 centímetro de tamanho e riscos brancos por todo o corpo, esse forasteiro é um grande inimigo pois transmite doenças que podem levar à morte. 

 

Por isso, nesse artigo separamos tudo que você precisa saber sobre essa praga e também como acabar de uma vez por todas com ela!

 

Principais doenças transmitidas pelo aedes aegypti

 

Dengue – A mais conhecida aqui no Brasil, por ser a que teve mais pico de casos desde 2000 aqui no Brasil, a dengue seu maior sintoma é uma febre aguda, mas que pode ser progredida e virando um caso grave, é a arbovirose  que é quando (o vírus é transmitidos pela picada de artrópodes hematófagos, como o Aedes aegypti) que mais afeta o ser humano no mundo todo. 

 

Nos últimos 50 anos, com o aumento da expansão geográfica, a incidência de casos aumentou 30 vezes mais  e é estimado que, por ano, 50 milhões de pessoas são infectadas com o vírus da dengue. 

 

No ano passado, por conta da pandemia do novo coronavírus, pouco foi falado sobre a dengue e campanhas de prevenção, mas estima-se que, só no Brasil, foram 928 mil casos da doença.

 

Zika –  O Zika vírus, por sua vez, ficou mais conhecido no Brasil nos últimos 5 anos pois apesar de seus sintomas serem parecidos com o da dengue só que mais leves e nenhum óbito ter sido registrado aqui em nosso país, vimos uma grande incidência de casos de microcefalia, na região do Nordeste, e o Ministério da Saúde confirmou que há um relação da doença com esse surto, já que as grávidas possuem maior vulnerabilidade  e atuação do vírus no organismo pode atingir o feto, especialmente no primeiro trimestre de gravidez. 

 

 

Chikungunya –  A Chikungunya é a doença transmissível pelo aedes aegypti que tem os sintomas mais fortes: febre acima de 38,5 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos, manchas vermelhas pelo corpo e dores musculares. Chikungunya é uma palavra que vem da Tanzânia e significa “aqueles que se dobram”, já dá para perceber o quão agressiva ela é, né?

 

Ciclo de vida do mosquito aedes aegypti

 

Sua vida passa por quatro etapas: ovo, larva, pupa e forma adulta e dura em média de 7 a 10 dias. Por isso, a prevenção, que falaremos mais a seguir,  deve ser feita semanalmente.

Os ovos são chocados na água e as fêmeas sempre procuram locais de fácil acesso como: caixa d’água má vedadas, prato de plantas, água parada em calhas, etc.

 

Aedes aegypti em São Paulo e Indaiatuba

Até o começo de novembro de 2021, a cidade de São Paulo já apresentou um crescimento de 253% nos casos de dengue, sendo 16.996 e 3 casos que evoluíram para óbito. 

 

Já em Indaiatuba, tem a menor incidência de dengue, das cidades do estado de São Paulo,e  isso deve-se às ações de conscientização da prefeitura que não parou nem na pandêmia. 

 

Em São Paulo é possível denunciar locais onde você identificar potencial para possíveis criadouros do aedes, é só clicar aqui.

 

Já em Indaiatuba, deve-se acionar a Secretaria Municipal da Saúde, pelo telefone  (19) 3834-9289

 

Como combater o aedes aegypti 

Nós sabemos que esse é um tema recorrente pois todos os anos vemos campanhas, mas nunca é demais passar uma informação que pode salvar sua vida, não é mesmo?  O combate a essa praga urbana precisa ser feita diariamente e é bem simples, como você pode ver na imagem abaixo:

E além dessas práticas, é interessante a realização de uma desinsetização pois sua capacidade e facilidade de reprodução pode fazer com que só as medidas preventivas não sejam o bastante, fazendo com que a presença desses visitantes indesejados seja constante. E nesses casos, só um serviço de controle de pragas pode afastá-los de uma vez do seu convívio. 

Consciência Coletiva

Outro fator importante para ganharmos essa luta contra o Aedes aegypti é a consciência coletiva e o engajamento de toda a população.

 As ações dentro de casa devem ser feitas também do lado de fora, chegando às ruas, calçadas, praças, terrenos e todos os espaços públicos. Pois é somente por meio da educação e da conscientização da comunidade é que é possível resolver essa questão de maneira mais profunda. 

 

  

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